Taca fogo na fabrica de chorar
Trás a lenha
Não venha com seu desaguar
Falta amor
Falta dia
Pra noite clarear
Então vai tristeza
E leva essa moça de casa
Que em casa não dá mais
Muitas vezes chove naquela terra de ninguém. Chuva, tempestade, tormenta, raio, trovão. O povo se esconde, dentro das casas de pedra, e se põe a pensar. E como a tempestade nunca termina, o povo nunca para de pensar. E pensa. E os vizinhos daquela terra de ninguém não sabem que os pingos da chuva são idéias, e a terra fértil é a própria consciência.
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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
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