"Ver a mil milhas de distância
As coisas escondidas atrás de muralhas
E dentro de masmorras
perigosas demais para se chegar perto
Só pra ver
E maravilhar-se"
Muitas vezes chove naquela terra de ninguém. Chuva, tempestade, tormenta, raio, trovão. O povo se esconde, dentro das casas de pedra, e se põe a pensar. E como a tempestade nunca termina, o povo nunca para de pensar. E pensa. E os vizinhos daquela terra de ninguém não sabem que os pingos da chuva são idéias, e a terra fértil é a própria consciência.