"não me deixa na chuva, não
não me tire do coração,
não me diga que vai sem mim
...
não me deixe na noite, não
na travessa da desolação
não me diga que quer assim"
Muitas vezes chove naquela terra de ninguém. Chuva, tempestade, tormenta, raio, trovão. O povo se esconde, dentro das casas de pedra, e se põe a pensar. E como a tempestade nunca termina, o povo nunca para de pensar. E pensa. E os vizinhos daquela terra de ninguém não sabem que os pingos da chuva são idéias, e a terra fértil é a própria consciência.