Entre os trincos deste copo
Que reflete o meu retrato
Agora quebrado
Vejo-me entre os cacos
Todas as minhas faces
Meu personagens, minhas mentiras
Tão bem pensadas
Agora afundadas em ira
Foi-se a esperança
Apagada como um cigarro
Os sonhos tido quando criança
já não rendem mais um trago
E minhas vãs filosofias
Que se esvaem inúteis
Já não me servem tanto
Restam-me os pensamentos fúteis
Já não me servem minhas reflexões
Muitas vezes chove naquela terra de ninguém. Chuva, tempestade, tormenta, raio, trovão. O povo se esconde, dentro das casas de pedra, e se põe a pensar. E como a tempestade nunca termina, o povo nunca para de pensar. E pensa. E os vizinhos daquela terra de ninguém não sabem que os pingos da chuva são idéias, e a terra fértil é a própria consciência.
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terça-feira, 3 de dezembro de 2013
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