Faça eu desaparecer pelos anéis de fumaça da minha mente
Além das nebulosas ruínas do tempo, além das folhas congeladas,
além do assombro das árvores nessa praia e essas ventanias
Longe do alcance distorcido da tristeza insana
Sim,
Pra dançar sob um céu de diamantes com as mãos acenando livremente
Adornado pela luz da praia e os círculos de poeira pairando no vento
Com toda memória e o destino navegando para além das ondas
Deixe-me esquecer o hoje (e o ontem), só até amanhã.
Muitas vezes chove naquela terra de ninguém. Chuva, tempestade, tormenta, raio, trovão. O povo se esconde, dentro das casas de pedra, e se põe a pensar. E como a tempestade nunca termina, o povo nunca para de pensar. E pensa. E os vizinhos daquela terra de ninguém não sabem que os pingos da chuva são idéias, e a terra fértil é a própria consciência.
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
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